Chupeta – Minha aliada e minha inimiga!

Olá Petit Mom,

 

Hoje vou contar como a chupeta foi uma grande aliada, mas também uma inimiga, e como me livrei dela, no momento em que percebi que minha pequena estava pronta para isso.

Aos 3 meses, minha bebê começou a colocar o dedinho na boca e também a tentar “chupetar” o meu peito, por sugestão da pediatra introduzi o uso da chupeta.

A necessidade de sucção varia de bebê para bebê, mas o hábito de levar tudo a boca a medida que cresce, faz parte do desenvolvimento da criança, e é desta forma que ela vai conhecendo o mundo.

O uso da chupeta fez com que minha filha ficasse mais calma, dormisse por períodos mais longos e aproveitasse melhor as mamadas. Realmente a chupeta a ajudou a relaxar e a cair no soninho gostoso, por isso passou a ser um hábito totalmente condicionado ao momento de dormir.

Mas é claro que existe o ônus, e ele apareceu depois dos dois anos, quando os dentinhos da minha pequena ficaram mais para frente. Nunca a deixei passar o dia com a chupeta na boca, e só a dava no momento da soneca e a noite para dormir, porém, isto não foi suficiente para não influenciar na sua dentição.

Então tentei fazer com que ela dormisse sem a chupeta, o que foi totalmente em vão, pois só a deixava mais nervosa e chorona. Minha segunda tentativa foi, literalmente, fazer a troca da chupeta por um cãozinho, que ela tanto queria! A chegada do Júpiter (nome escolhido por ela) foi uma festa, mas logo ela voltou a pedir a “pepê”, e quis até desfazer o trato, sugerindo para eu devolver o Júpiter! Claro que não devolvi meu cachorro, mas cedi ao perceber que ainda não era o momento.

Resolvi deixar o tempo passar e esperar mais um pouco, mas sempre pensando em como iria resolver isso, da forma menos traumática possível. Foi quando uma noite (já perto dos 3 aninhos), durante a leitura da história da Cinderela, comecei a descrever as meia-irmãs más, que na ilustração eram dentuças, e falei que elas tinham o dente para fora da boca, porque tinham usado chupeta. No mesmo momento ela olhou para mim e começou a me questionar a respeito, então percebi que aí estava a minha deixa para abordar o assunto com ela.

Passei a dizer que chupeta era bom para bebezinhos, mas que para quem não era mais bebê assim como ela, que era uma menina, não era bom porque deixava o dente tortinho e feio. E fui mostrando as ilustrações, e assim procurei outras personagens, em outros livros e desenhos, que fossem dentuças. E depois de dois dias de exemplos, perguntei se ela não queria parar de usar para que também não ficasse dentuça, e para a minha alegria, Clarinha tirou a chupeta e me deu, e a partir deste dia, não usou mais pepê! Vivaaaa!

Passamos por um período de adaptação, nos primeiro três dias ela demorou mais para relaxar e pegar no sono, e teve até uma tarde que não tirou a soneca. Chegou a pedir a chupeta, mas eu a lembrei da razão pela qual ela havia parado, e ela entendeu e aceitou.

Depois de uma semana, parecia que nunca tinha tido este hábito, já dormia normalmente e não se lembrava da existência da dita cuja.

Hoje, quando vê algum personagem de desenho ou animal dentuço, ela logo nota. Nem o hipopótamo durante nossa visita ao zoológico passou ileso, quando ela o viu de perto foi logo dizendo: “Olha mamãe, o hipopótamo usou muita chupeta!”

Nós mães, ficamos apreensivas, diante de decisões polêmicas, como esta do uso da chupeta, mas o que eu aprendi vivenciando isso, é que mais vale um bebê tranquilo e apegado a chupeta, do que um bebê irritado e que dorme pouco. Bebê que dorme bem, se alimenta bem, e deixa a mamãe dormir também, uma mãe descansada vale por 20 mães estafadas.

O desapego da chupeta vai acontecer, cabe a mamãe detectar o melhor momento para isso e como fazê-lo. Por isso, iniciei o texto chamando a chupeta de aliada e inimiga, ela realmente pode assumir estes papeis em fases diferentes da criança. Não existe fórmula mágica e nem receita, o que existe é o feeling de cada mãe sobre seu bebê, portanto, acredite no seu!

Agora a chupeta é uma recordação de uma fase gostosa no álbum de fotos!<3

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Beijos ❤

 

 

 

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Desfralde Noturno – Como passar por ele com traquilidade

Olá Petit Moms!

Já contei aqui como foi a minha experiência como mãe no processo de desfralde diurno da minha filha, agora volto para contar como foi o “temido” desfralde noturno. 🙂

Se você ainda está começando o desfralde diurno, sugiro que leia primeiro o post sobre este tema, pois lá eu coloquei todas as ações de incentivo que fiz com minha filha e deram super certo! Então vale a pena ler, clicando aqui!

Digo “temido” porque confesso que tinha um receio quanto a esta etapa, e se muitas escapadelas noturnas ainda iríamos enfrentar.  Porém, conversando com minhas amigas, percebi que não era a única mãe a pensar isso, o que me deixou mais tranquila e com mais coragem para iniciar.

Então aqui vão as minhas dicas do que funcionou conosco:

Ainda quando ela usava fralda somente para dormir, comecei a diminuir a quantidade do leite que ela mamava antes de ir para a cama, por própria orientação do pediatra, para que ela não ficasse tão dependente deste leite a noite para matar a fome. Aproveitei esta orientação e já a coloquei em prática também para que ela ingerisse menos liquido a noite.

Comecei a oferecer esta mamadeira da noite mais cedo, assim ela teria chance de ir mais vezes ao banheiro antes de cair no sono.

Também passei a colocar a fralda da noite como última etapa antes do aconchego e da historinha para dormir, e mesmo assim, sempre que ela pedia para ir ao banheiro antes de dormir, estando com a fralda já colocada, eu a levava naturalmente, sem nem mencionar a fralda.

A primeira noite foi um sucesso!! Ficamos super felizes e fiz uma festa com ela com direito a muitos beijinhos e presente, ela ganhou um pijama da mulher maravilha que brilha no escuro, que é “só para meninas que não usam mais fralda para dormir”, e que sei lá por qual motivo ela chama de “pijama de super heroína” :-). E finalmente, aposentamos o nosso quadro de adesivos de incentivo (contei no post do desfralde diurno).

Mas claro que vieram as escapadelas, e estas exigiram muita paciência, pois acordar de madrugada para trocar a roupa da criança e da cama, não é fácil para ninguém. Porém, esta é mais uma etapa que temos que vivenciar com muito amor e sabedoria.

Percebi também, que falhei em alguns dias, quando esqueci de levá-la para mais um xixizinho num sábado em que ela ficou mais tempo acordada ou quando a deixei com minha mãe eu não dei todas as instruções detalhadas do ritual do xixi pré soninho.

Contudo, foi muito mais tranquilo do que imaginei, colocando em prática estes cuidados, notei que o temor era maior na minha cabeça. 😉

Hoje ela já está dormindo sem fralda na soneca da tarde e a noite toda, sem escapadas de xixi.

Aqui está o meu amorzinho checando seu visual com o pijama de “Super Heroína” ❤ Ela adorou!

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Pijama Veggi – Super Girl

 

Espero ter ajudado, e se você tem mais dicas sobre esta etapa, divida conosco mamãe!

Para quem gostou do Pijama Super Girl, ele é da marca Veggi e você pode encontrá-lo na Boutique Nana Petit clicando aqui.

Beijos ❤

Ana

 

 

5 Livros para Ler Antes de Parir!

Petit Moms!

Hoje o post foi escrito para dar dicas de leitura para as futuras mamães, pois durante a gravidez é natural a ansiedade para saber ao máximo o que nos espera após o nascimento do nosso baby. Tenha certeza de que este é o momento ideal para devorar livros sobre o início da vida materna, pois após o parto, o tempo vira ouro e se dedicar a uma leitura se torna um luxo em nossas vidas!

Esta seleção foi feita com alguns dos livros que li durante a gravidez e após o nascimento da minha filha, que me foram uteis em alguma fase durante o crescimento dela até o momento, então vamos lá!

 

1 – Mais Segredos da Encantadora de Bebês – de Tracy Hogg com Melinda Blau

Encantadora de BebesA encantadora de bebês é considerada uma referência nos Estados Unidos quando o assunto é cuidar de crianças. Neste livro ela reúne dicas sobre sono, rotina, mamadas e introdução das papinhas na vida de um bebê. E ainda, classifica os bebês de acordo com as características de temperamento que apresentam, isto é, ajuda a identificar o tipo de personalidade do seu filho e aceitá-lo como ele é.

Gostei deste livro porque traz vários exemplos práticos vistos por ela, de interação de pais com os filhos e com a sociedade. Classificando os bebês de acordo com suas características comportamentais e dando dicas de como agir. Cabe a nós, mamães, reconhecer o modus operandi do nosso filhote e a ajudá-lo a conviver em sociedade, respeitando suas preferências, passando segurança sem pressioná-lo a ser aquilo que ele não é.

2 – Crianças Francesas Não Fazem Manha – Os Segredos Parisienses na Arte de Criar Filhos – de Pamela Druckerman

criança francesaA autora conta a sua história de mãe de primeira viagem diante de uma nova cultura, na qual acaba encontrando novos exemplos de maternidade e faz um mix do que trouxe da sua criação americana com o que aprendeu no seu dia-dia com os franceses.

Adorei ler este livro, pois destaca o quanto é importante estabelecer limites na educação dos filhos, sem deixar de estimular a independência. Outro ponto muito relevante é a alimentação, os franceses fazem as crianças experimentarem de tudo desde de pequenos, respeitando os horários das refeições, sempre em família.

Também fala do comportamento das mulheres francesas, o quanto se preocupam em continuar sendo vaidosas e trabalhando, mesmo depois da maternidade. O que considero fundamental para manter a nossa autoestima e sanidade pós filhos! A autora ainda traz receitinhas fáceis de fazer para o lanche da tarde, como bolo de iogurte com gotas de chocolate, que eu fiz e é muito bom!

3 – A Culpa é da Mãe – Elizabeth Monteiro

culpa da maeNeste livro Beth Monteiro traz suas reflexões e confissões a respeito de sua própria experiência como mãe. Pertencente a geração dos nossos pais, Beth traz sua vivência da época em que seus filhos eram crianças, o que nos traz uma nostalgia gostosa da infância, para quem a viveu nos anos 80.

Esta leitura foi muito útil, pois traça um paralelo da infância de três gerações: a dos nossos pais (aqui representada pela infância da própria Beth, a nossa infância (onde ela descreve a sua atuação materna) e também fala da nossa geração como mães. O que nos ajuda a entender o comportamento dos nossos pais durante a nossa infância e o nosso agora, como mães, onde muitas vezes, na ânsia em sermos perfeitas e incansáveis, acabamos presas numa redoma de culpa e dúvidas intermináveis. Entre muitos conselhos, o mais importante para mim foi: Nós, como mães, não precisamos ser fortes sempre, também precisamos de colo de vez em quando, e temos o direito de nos sentirmos cansadas e down uma vez ou outra, e tudo bem se precisar ficar um tempinho longe da sua cria para se recompor, sem culpas!

4- Criando Filhos em Tempos Difíceis: Atitudes e Brincadeiras para uma Infância Feliz – Elizabeth Monteiro

criando filhos em tempos dificeisEste livro relata a importância de tratar criança como criança, de ter limites, mas também de ter infância e do quanto brincar é coisa séria! E traz uma lista de brincadeiras (muitas da nossa infância) que só necessitam de boa vontade e criatividade para serem postas em prática.

Recomendo esta leitura, pois além de dar dicas de como lidar com a  inevitável fase da birra, acredito que criança precisa de estímulos e brincadeiras durante a infância, precisa se sujar, andar descalça, brincar com bicho e não depender exclusivamente de brinquedos. Imaginação e mãe que educa e brinca é a melhor combinação para vivenciar uma infância feliz!

5 – Cadê o Pai desta Criança – Elizabeth Monteiro

cade o pai desta criançaNão estou ganhando nada para citar 3 livros da Beth, mas realmente este eu não poderia deixar de falar, afinal não fazemos filhos sozinhas, certo?!

A figura do pai é de extrema importância na vida de uma criança e este livro é um puxão de orelha, aos ausentes, egoístas e desinteressados em manter uma família, que colocam seus interesses e anseios em primeiro lugar.

Gostei deste livro porque nos traz uma realidade dura, que pode acontecer com qualquer uma de nós, ao se unir a um príncipe por amor e iniciar uma família, e depois descobrir que ele está mais para sapo, quando trata-se de ser pai.  Não se preocupe, traz exemplos positivos e fala do que se espera de um pai. Por isso, é uma ótima leitura para os papais também!

Como toda leitura sobre conselhos e atitudes durante a maternidade, estes livros trazem pontos que discordo e pontos que me fizeram refletir, e acima de tudo guardar, como sugestões positivas para a criação da minha filha.

E você mamãe, tem algum livro para recomendar para a gente?! 🙂

Beijos ❤

 

Desfralde – Quando começar? Como estimular?

O desfralde pode ser considerado um dos marcos na vida de um bebê e de sua mãe, pois representa mais uma etapa de superação do seu filho rumo ao crescimento, adquirindo independência e deixando mais um pouquinho de ser “o seu baby”! No entanto, todo o processo pode não ser tão tranquilo se não for iniciado no momento certo, que varia para cada criança.

Por isso, hoje vou contar como tem sido a minha experiência de desfralde com a minha filha, digo tem sido, pois vencemos o desfralde diurno, mas ainda não o noturno.

Fique Atenta aos Sinais:

Percebi que era o momento de iniciar seu desfralde depois que ela começou a dar seus primeiros sinais de que tinha consciência do momento do xixi e do cocô e o controle dos mesmos, ou seja, o que o pediatra chama de controle esfincteriano. E isto começou a ocorrer depois de completar seus dois aninhos, ela se abaixava quando ia fazer cocô ou xixi, se incomodava com a fralda e a tirava sozinha, e falava xixi quando acabava de sujar a fralda.

Dê Preferência a Iniciar o Desfralde na Época do Calor:

Confesso que esperei o clima ficar mais amistoso, ou seja, passar o período de frio, pois assim, ela poderia ficar com pouca roupa, e depois de um tempinho trocando a fralda assim que ela dava estes sinais, e a ajudando a discernir o que era xixi e o que era cocô, iniciei o desfralde.

Simbolize para Marcar esta Nova Etapa:

Vale a pena lembrar que foi feito todo um ritual para esta etapa, fomos juntas comprar um “troninho“, no qual ela escolheu a cor, pois a princípio ela reclamava que doía sentar no redutor de assento. Em seguida, escolhemos várias calcinhas coloridas, o que a deixou muito empolgada, em começar a usar calcinhas como a mamãe!

 Dê um Estímulo e Comemore a Cada Vitória:

Além disso, também criei o “Painel do Troninho“, para deixá-la ainda mais engajada com o tema. Comprei uma tela branca e vários adesivos de personagens que ela gosta, dos mais variados, e a cada xixi ou cocô feito no troninho ela escolhia o adesivo que iria para o painel! Isso ajudou bastante, pois o momento do troninho ficou divertido para ela, também era uma distração na hora em que ela precisava ficar um tempinho sentada ali, pois ela ficava olhando os adesivos, fazendo uma pré-escolha do que iria colar, quando não eu já emendava uma historinha sobre algum personagem, tudo para que ela relaxasse e se acostumasse a ir ao banheiro.  E comemorávamos a cada vitória, dando bye -bye antes da descarga, lavando as mãozinhas antes de colarmos o nosso adesivo da vez!

Inicie em Parceria com a Escola:

A princípio eu a lembrava de fazer xixi a cada meia hora e a levava ao troninho, foi fundamental a parceria com a escola, pois lá faziam o mesmo, tanto para lembrá-la e levá-la com a mesma frequência, quanto na comemoração e despedida antes da descarga.

Migre para o Redutor de Assento assim que Possível:

Depois de duas semanas fazendo no troninho, ela migrou para o redutor de assento com a ajuda de um banquinho para dar apoio aos seus pés. Facilitando para ela, que já não dependia exclusivamente do troninho, e poderia ir ao banheiro em qualquer lugar, e para a mamãe aqui que deixou de lavar o troninho!

Tenha Paciência e Persistência:

Escapadelas são super comuns, tenha paciência, não fique brava, e tenha persistência, reforce os ensinamentos, os estímulos e os exemplos. Desde que resolvi tirar a fralda da minha filha não voltei atrás em nenhum momento por mais que isso tenha me dado trabalho. No início levava o troninho com ela para a escola, pois ela não queria sentar no mini vaso da escola, quando ia para a casa da vovó a mesma coisa. Logo ela parou de usar o troninho, passou a usar o mini vaso na escola, então deixei um redutor de assento na casa da vovó e quando saio, ainda carrego um comigo, para evitar qualquer problema.

Inspirações de Calcinhas e Cuecas Divertidas para Estimular o Desfralde:

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Trio de Calcinhas Ovelhas – de algodão da Veggi
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Duo de Calcinhas Babados – de algodão da Veggi
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Calcinhas Coelhinhas – Baby Cottons de Algodão Pima
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Trio de Cuecas Super Heróis – Veggi de algodão
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Duo de Cuecas Boxer Veggi – de algodão

No momento estamos ensaiando o desfralde noturno, confesso que estou apreensiva, pois tem dias em que a fralda amanhece seca e tem dias que não. Logo, iniciarei esta fase e voltarei aqui para relatar como foi, enquanto isso, conto com as mamães que já passaram com seus filhos pelo desfralde por completo, que contem aqui sua experiência e nos ajudem em mais esta nova etapa!

Beijo ❤

 

Amamentação em 3 Ps: Paciência, Persistência e Perseverança!

Mesmo antes de engravidar, assim como a maioria das futuras mamães, já escutava que a amamentação com leite materno é a melhor alternativa para um bebê.

Mas o que ninguém te conta é que o começo da amamentação não é nada fácil! Como qualquer outra mãe cheguei do hospital com minha bebê necessitando de cuidados, eu me recuperando de um procedimento cirúrgico…nada parecia com os comerciais e campanhas publicitárias sobre o tema.

Como sou uma mãe recente (de apenas dois meses), creio que minha experiência pode ajudar outras mães a passarem por este curto período de adaptação.

Muitas pessoas orientam que na gestação já comecem os preparos dos seios.  No meu caso, procurei não passar óleos ou hidratantes nos bicos e tomar sol nos seios, mas na prática não achei que fez muita diferença.

O hospital que tive minha filha tem uma certificação de Amigo da Criança e logo na primeira hora de vida amamentei com o colostro.

Não vou dizer que a amamentação é muito simples, pois não é. Apesar de eu ter o colostro e depois não ter problemas com a quantidade de leite, tive um problema grave de “adaptação de pega do bebê” e das posições, o que me levou a ficar com o bico do seio todo rachado. A sorte é que uma pessoa do hospital me explicou a pega correta.

foto pega correta na amamentação

Tentei todas as posições recomendadas no hospital, mas tive muita dificuldade, pois estava com um cateter no meu braço esquerdo na altura da dobra do cotovelo e isso me impediu de dobrar o braço, quisera eu ter pedido para o cateter ser transferido para a mão.

As posições que eu mais usei foram a cavalinho, que foi útil enquanto ela era recém-nascida (pois só funciona em bebês pequenos) e a tradicional, que uso até hoje com a minha pequena.

posições para amamentar

Três dias depois, ao sair do hospital, meus bicos dos seios estavam tão machucados que sangravam e inclusive minha filha chegou a ingerir um pouco de sangue e vomitar. Quase desisti! Chorei em casa de dor e de aflição, mas pensei em todos os benefícios da amamentação, resolvi persistir e não me arrependo da minha decisão.

Alguns produtos foram vitais para me ajudar com os obstáculos nessa fase:

Pomada de Lanolina (Lansinoh): usei muitas vezes para cicatrizar, tem um efeito rápido e curativo e não faz mal se o bebê ingerir.

Conchas de amamentação (modelo pós-parto): fundamental no período em que os bicos estavam bem machucados, já que a superfície do produto não raspa no mesmo, deixando-os “respirar”. Não deu certo para eu utilizar durante o dia a dia porque vaza o leite pelos furinhos quando você abaixa.

Mamare: são dois discos de silicone para colocar nos seios, que podem ser colocados na geladeira, o que ajudou muito enquanto eles estavam machucados, pois alivia a dor e ajuda na cicatrização. Aconselho usá-lo somente para dormir, pois se você tiver muito leite como eu, você pode se molhar, uma vez que não absorve o leite que vaza.

Almofada de amamentação (em forma de U): me ajudou muito para acertar a posição da mamada. Se fosse hoje, a teria levado comigo ao hospital.

Bico de silicone: Só usei enquanto meus seios estavam bem machucados, foi o que evitou que minha filha ficasse sem mamar, pois ele protege o bico durante a mamada, evitando que fique ainda mais machucado. A marca que minha filha melhor se adaptou foi Amamente.

Absorvente para seio: está sendo bem útil para dormir e sair. Para mim, foi importante nos primeiros dias proteger a roupa de cama, eu usava uma fraldinha de pano embaixo da onde eu deitava, pois vazava leite.

Sol como cicatrizante: não consegui tomar muito sol, pois como minha filha nasceu num período chuvoso e de muito calor, acabei substituindo por uma lâmpada de abajur e funcionou.

Claro que cada processo de amamentação é um, mas saiba que depois de passada a fase de adaptação, amamentar vale muito a pena. Olhem só como a minha pequenina está saudável somente com leite do peito! Por isso, mamãe, finalizo com 3 Ps: Paciência, Persistência e Perseverança!

mariana

Beijos,

Evelyn

5 Aplicativos Bacanas de Gravidinhas a Petit até 3 anos!

Olá Petit Mom!!

Em tempos de smartphone sempre á mão não há quem resista a um novo aplicativo, seja para informar ou para entreter. Por isso, hoje vou falar sobre alguns aplicativos úteis em diversas fases da maternidade: desde a barriga, passando pela fases de amamentação e de recém nascido dorminhoco até a em que minha petit se encontra: correndo para os 3 aninhos!

Todos os aplicativos listados foram usados por mim em alguma destas etapas, sendo que alguns ainda possuo no celular. Não posso dizer que são os melhores, pois não testei todos existentes no mercado com o mesmo propósito, mas posso dizer que me ajudaram ou ainda me ajudam e portanto representam experiências positivas na minha vida de Petit Mom!

1. Aplicativo para Gestante:

BabyCenterDurante toda a minha gravidez utilizei o aplicativo BabyCenter e adorei! Nele acompanhei minha gestação semana a semana com informações sobre cada etapa do desenvolvimento do bebê, inclusive com vídeos explicativos. Além disso, nos ajuda a entender nossos hormônios e todas as mudanças ocorridas na mulher fisicamente e emocionalmente durante este período tão incrível que é trazer outro ser humano ao mundo. E também nos orienta sobre o que comer em cada fase para ajudar nos enjôos e azias.

Lembro que acordava de manhã e mesmo antes de sair da cama, já lia as informações do dia! Foi bem útil e super recomendo para as mamães de primeira viagem!

 

2 – Aplicativo para Monitorar a Amamentação:

mae corujaHoje existem vários aplicativos com a mesma finalidade, não me lembro mais qual utilizei, mas vou recomendar o que a minha cunhada está usando com a minha sobrinha de apenas 2 meses: Mãe Coruja.

Este tipo de aplicativo me ajudou no começo da amamentação, naquele momento em que você chega da maternidade com o bebê em casa e precisa se ajustar a nova rotina, e principalmente passar pelo início da amamentação que é um desafio para toda mulher. Ele ajudou no monitoramento das mamadas, cronometrando o tempo em que minha filha mamava em cada peito e os intervalos das mamadas. Apesar de útil e fundamental no início, ele é fadado a ter uma vida útil curta, pois depois que o bebê entra na rotina e os bicos dos seios param de doer, a amamentação se torna tão natural que o próprio bebê monitora as mamadas e os seus seios te avisam quando está chegando a hora de amamentar novamente. ❤

3 – Aplicativo Babá Eletrônica:

Cloud Baby MonitorSabe quando você viaja para algum lugar ou vai passar o dia fora com seu filhote e esquece a babá eletrônica?! É nesta hora que o Cloud Baby Monitor entra em ação, com o uso de dois Iphones você consegue ver e ouvir seu bebê dormindo em outro cômodo e até falar com ele a distância, além disso, também possui lullabies para acalmar seu bebê e ajudá-lo a pegar no sono! Foi um super achado para a fase baby dorminhoca da minha pequena!!

 

4 – Aplicativo educativo para entreter:

animal worldAtire a primeira pedra quem nunca precisou recorrer a um celular para entreter seu petit naquele momento em que ele precisa ficar um pouquinho parado, seja para comer num restaurante, cortar o cabelinho ou esperar você ser atendida em algum lugar que não se leva criança mas que você precisou levar pois não tinha com quem deixar!?! Pois bem, é nesta hora que o Animal World surge como mágica em minhas mãos, nele a minha filha vê fotos com o som que cada animal faz e ainda possui um livro de colorir com vários bichinho para ela pintar na tela do celular com o seus dedinhos. Me ajuda muito, pois entrete e é educativo!!

 

5 – Aplicativo para assistir o desenho preferido:

playkidsE quando ela enjoa do aplicativo educativo dos animais e ainda estamos em “zona de risco”, apelo para o Playkids! Nele tem um cãozinho em um trenzinho que trás em cada vagão um personagem de desenho animado, aí é só escolher o desenho que quer assistir, alguns são gratuitos e outro não, confesso que só possuo a versão gratuita, pois este só utilizo em casos extremos de entretenimento parado! Mas que ajuda, ajuda! 😉

E você, mamãe qual utiliza ou já utilizou?! Divida com a gente, outras mamães podem estar nesta mesma fase e a sua contribuição será importante para todas nós, inclusive para mim com a minha petit de 2 anos e meio!!

Beijos! ❤

A TRANSIÇÃO DO PEITO PARA O LEITE EM PÓ

Cada mãe sabe classificar o momento que foi mais desafiador no seu primeiro ano de vida como mamãe! O meu com certeza, foi a transição do peito para o leite em pó! Amamentei minha filha exclusivamente no peito até os 6 meses, depois disso comecei a preparar tanto a mim quanto a ela para a minha volta ao trabalho, que seria dali há 2 meses, portanto esse era o tempo que eu teria para que ela iniciasse na mamadeira e para introduzir as papinhas na alimentação.

Comecei tentando trocar as famosas “mamadas lanchinho”, a do meio da manhã e a do meio da tarde. Coloquei o leite em pó na mesma mamadeira, que às vezes deixava o meu próprio leite, quando precisava dar umas saidinhas durante a minha licença maternidade, para outra pessoa dar a ela, e assim achei que seria mais fácil! Ledo engano, minha filha não tomava! Comprei o Nan, e depois todos os outros leites de lata que existem em farmácias e fui testando um a um, insistindo para ver se ela pegava o gosto por algum e nenhum, nenhum mesmo ela tomou! Cheguei a num nível de desespero tão grande que tentei até o Ninho liquido de caixinha e claro que não rolou também! Então parti para o mingau e não é que ela gostou?! Minha filha não tomava mamadeira, mas comia mingau!! Fiquei tão feliz porque ela já estava perdendo peso e dormindo mal, pois sentia falta das mamadas, mas o mingau me salvou e de repente virei uma especialista em mingau. Comecei a fazer mingau com Mucilon, Nan e variar nas combinações com frutas e ela comia. Logo começou a comer purezinho de fruta, e depois de oferecer por três dias a mesma fruta ia para outra e outra e quando vi minha filha já havia provado a quitanda toda, com exceção do morango, do caju e da carambola, que não podem ser oferecidos a bebês com menos de um ano por risco de alergias. Mas aqui entre nós, caju e carambola só entravam em casa para a caipirinha, então estávamos super bem no quesito “desenvolver o paladar para a fruta” como dizia a pediatra.

Quanto a mamadeira?! Ela ainda não tomava, comia mingau, comia frutas, mas nada de tomar a mamadeira. Foi então que passei para a etapa mais avançada, a papinha! Comecei a fazer as papinhas conforme prescrição médica, 1 carne (boi/ frango/ fígado) com 3 legumes e 1 verdura, colocava os temperos que já costumava colocar na minha comida, como cebola, alho e ervas naturais e deixava na panela de pressão, depois batia no liquidificador e congelava os potinhos e pronto! Quando ela comeu pela primeira vez, claro que fez cara feia e recusou, mas após algumas tentativas ela já estava comendo um pouquinho mais da papinha por dia e descobri que a que ela mais gostava era a de fígado! Sim, de fígado! E lá vai a mamãe comprar fígado fresco no açougue para fazer para a pequena! Só com muito amor mesmo para aturar o cheiro que domina o ambiente de um fígado cozinhando na pressão!!!

Papinha dominada, mas e o leite?! Ainda não tomava, já comia frutas, já comia papinhas, já estava até enjoando do mingau e nada de tomar uma mamadeira de leite em pó! Foi quando depois de trocar madeiras, bicos e marcas de leite, bater leite com todas as frutas e descobrir que ela tomava um pouquinho quando era misturado com banana, que dei minha última cartada! Misturei o leite em pó com um pouquinho de achocolatado da Nutren, mas mesmo assim ela não tomou!! Aí já não sabia mais para que santo rezava e principalmente já me via com ela aos oito anos tirando minha roupa na rua para mamar, mas recebi uma luz e resolvi fazer o leite que adorava tomar quando era criança: achocolado batido com banana! E foi o que fiz, bati no liquidificador o leite em pó, uma banana e uma colher de chá de Nutren de chocolate e ela tomou!! TUDO!!!! E a partir daí, ela já tinha outras fontes de alimento e eu continuei a dar o peito só pela manhã até ela completar 9 meses, e depois disso, fui substituindo as mamadas pela mamadeira vitaminada, até que ela não se lembrou mais do meu peito. Com o tempo fui tirando o achocolatado, a banana e hoje com dois anos ela toma mamadeira só com leite em pó, três vezes ao dia! Minha querida companheira mamãe, este é um relato verídico de alguém que como você tenta fazer tudo aquilo que os especialistas indicam, mas que nem sempre é a realidade que conseguimos colocar em prática nos nossos lares.

Por isso digo, sei que bater no liquidificador não é o ideal, e que dar o papa fresquinho saído do forno direto para a mesa é sensacional, assim como oferecer achocolatado pode ser considerado um pecado mortal e que cada mãe escolhe até quando vai amamentar seu filho no peito. Mas repito, sou mãe e comigo foi assim, estou aqui dividindo uma angustia do meu passado que pode ser a do seu presente, com o objetivo de te confortar ao saber que no final tudo dá certo e seu filho passará por esta fase com saúde, basta que você tenha paciência e siga um pouco do seu feeling como mãe!

Acredito que a receita ideal é aquela que resolve a sua vida com equilíbrio, respeitando a saúde do seu filho e você como mãe. Porque antes de uma papinha fresquinha amassada na peneira todos os dias e o peito materno a livre demanda até a criança andar de bicicleta, o que qualquer filho precisa mesmo, é de uma mãe que não esteja estressada e extremamente cansada para brincar, dar carinho, atenção e incentivar seu convívio com outras crianças.

Divida conosco a sua experiência, como foi esta etapa com você?! Essa troca de informações com certeza pode ajudar outras mães que estão passando por esta transição agora!

Também sugiro dar uma lida nestas dicas de especialistas que foram publicadas pela revista Pais&Filhos, achei interessante e resolvi compartilhar, pois tem muito a ver com o tema, e eles lembram algo muito importante, que todas estas transições significam que nossos filhos estão crescendo e cada vez mais se inserindo no mundo! Viva!!!

http://www.paisefilhos.com.br/culpa-nao/a-transicao-do-leite-materno-para-as-papinhas

Esta foto foi super de celular para registrar o primeiro mingau que a Clarinha comeu!! Não ficou uma fofura esta carinha séria e sujinha?
Esta foto foi super de celular para registrar o primeiro mingau que a Clarinha comeu!! Não ficou uma fofura esta carinha séria e sujinha?
Este foi o primeiro pedaço de pão que a Clarinha agarrou e adorou ficar com ele na boca! Também super de celular por isso me perdoem! Olha que delícia de mãozinha!! Já tenho saudades de quando ela tinha este tamanho!
Este foi o primeiro pedaço de pão que a Clarinha agarrou e adorou ficar com ele na boca! Também super de celular por isso me perdoem! Olha que delícia de mãozinha!! Já tenho saudades de quando ela tinha este tamanho!